Exportação de carne é ameaçada por China e UE
A decisão da União Europeia de suspender as compras de carne bovina brasileira a partir de setembro se soma à aproximação do limite das exportações para a China.
O cenário pressiona o setor exportador e pode reduzir o volume vendido pelo Brasil nos próximos meses. Ainda assim, o aumento da oferta no mercado interno não deve se traduzir em queda nos preços nos açougues brasileiros.
O que aconteceu
Pecuária brasileira vai sofrer com ameaças internacionais. A UE anunciou que vai interromper a compra da carne brasileira a partir de setembro. O embargo é justificado pela falta de garantias suficientes sobre o controle dos antimicrobianos, substâncias utilizadas para combater bactérias
China deixará de comprar 540 mil toneladas da carne brasileira. A estimativa considera o limite de 1,1 milhão de toneladas estabelecido em comparação com as compras do ano passado. Depois que a marca for atingida, Pequim prevê cobrar uma sobretaxa de 55% sobre a tarifa de importação vigente. Leonel classifica os embargos como uma \narrativa de terrorismo\ para prejudicar os produtores.
Exportações para a China se aproximam do limite. \A cota da China preocupa mais\, avalia a Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos).
O receio se deve ao fato de a China ser o maior comprador da carne vermelha do Brasil. Somente no ano passado, 48% do volume total exportado de carne bovina.
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